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O Hospital de Campanha de Campinas será desativado em 13 de agosto. Desde de quinta-feira, dia 6 de agosto, a unidade deixou de receber novos pacientes.
As pessoas que ainda estiverem internadas no local na data da desativação serão transferidas para outras unidades da rede de saúde, que contam com leitos de retaguarda disponíveis. “Fizemos o Hospital de Campanha porque estava faltando leito. Hoje, os leitos de retaguarda Covid já estão com ocupação em torno de 50%”, afirmou o prefeito.
O Hospital de Campanha tem atualmente 84 leitos, sendo que, nesta tarde, 17 estavam ocupados.
Desde o início da operação, em maio, cerca de 600 pacientes passaram pelo local.
A Rede Mário Gatti vai manter a estrutura física do hospital, que será reativado em caso de necessidade. No entanto, o instituto que faz a operação da unidade irá encerrar as atividades no dia 13 de agosto.
Sobre o hospital
O hospital foi construído e equipado pela Expedicionários da Saúde (EDS), grupo sem fins lucrativos. Não houve custos para a prefeitura. A gestão é da Rede Mário Gatti, por meio de uma instituição selecionada por chamamento público.
A área onde está instalada a unidade foi cedida pela administração dos Patrulheiros Campinas. A operação teve custo total de cerca de R$ 6 milhões.
A unidade começou a funcionar em 15 de maio, com 36 leitos de retaguarda. Em 10 de junho, foram abertos mais 18. Em 26 de junho, foram ativados mais 30 leitos. Com isso, o hospital passou a ter 84 leitos de retaguarda para atendimento de pacientes de baixa e média complexidades.
O hospital conta com apoio do Exército, que garante a segurança e também empresta três ambulâncias para serem usadas em caso de necessidade de transferência de pacientes.

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