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Campinas desativou 42 leitos de UTI-Covid nas redes pública e particular nesta terça-feira, 1º de dezembro, o que levou a taxa de ocupação a 82%. A quantidade de leitos disponíveis caiu de 182 para 140. Já o número de pessoas internadas em leitos de UTI-Covid caiu de 117 para 115 entre ontem e hoje.

Foram desmobilizados 23 leitos no SUS estadual, 10 leitos no SUS municipal e 9 na rede privada de saúde. A desativação é temporária e estes leitos devem retornar ao sistema em breve. A Secretaria de Saúde reforça que os leitos estão garantidos para todos os pacientes que necessitarem.

Mesmo com a redução, há 25 leitos livres somando as redes pública e particular.

Os leitos estão divididos da seguinte maneira:

SUS Municipal: 54 leitos, dos quais 49 estão ocupados, o que equivale a 90,74%. Há 5 leitos livres.

SUS Estadual: 7 leitos, dos quais 5 estão ocupados, o que corresponde a 71,42%. Há 2 leitos vagos.

Particular: 79 leitos, dos quais 61 estão ocupados, o que equivale a 77,21%. Há 18 leitos disponíveis.

Sobre a desativação de 23 leitos no SUS Estadual, que passou de 30 para 7, o prefeito Jonas Donizette entrou em contato hoje à tarde com o Governo do Estado pedindo a volta de pelo menos parte deles. “Sete é um número muito pequeno para atender a uma região como a de Campinas”, disse.

Com relação aos 10 leitos retirados do SUS Municipal, o secretário de Saúde, Carmino de Souza, afirmou que a redução de 64 para 54 deve-se ao fim do contrato com o Hospital Metropolitano.

Segundo Carmino, o número de leitos (tanto de UTI como de retaguarda) no SUS Municipal será ampliado nos hospitais Mário Gatti e Ouro Verde e também em hospitais parceiros, como o da PUC, Beneficência Portuguesa, Casa de Saúde e Santa Casa, com o credenciamento de novos leitos, conforme explicado na live realizada ontem.

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