Destravando o Parkinson é tema de palestra na ACP

Palestra Destravando o Parkinson, da ACP, acontece dia 17 de outubro, das 13h30 às 16h50

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Encontro Mensal_ACP é aberto ao público/Divulgação

A Associação Campinas Parkinson (ACP) promove seu evento mensal com a realização de palestra e exercícios de fisioterapia, com o tema “Destravando o Parkinson”, abordando a importância da atividade física para os portadores da doença, com a fisioterapeuta Venera Cristina Fugazzotto. A ACP, está iniciando o projeto tênis de mesa, destinado aos associados, inaugurando a mesa destinada a esse esporte e destacando a importância da atividade física.

 

A palestra da ACP, que é gratuita,  acontece dia 17 de outubro (sábado), das 13h30 às 16h50, no auditório do Lar dos Velhinhos de Campinas (Rua Irmã Maria de Santa Paula Terrier, 300 – Vila Proost de Souza). A programação é voltada para a família dos portadores de Parkinson e seus cuidadores e será aberta com acolhimento aos participantes, seguida de informes da diretoria da ACP, palestra e confraternização entre os presentes.

Os eventos periódicos da entidade têm como objetivo trazer profissionais especializados em diversas áreas da saúde, trazendo informações relevantes para os portadores de Parkinson.

 

Perfil

 A Associação Campinas Parkinson foi fundada em 15 de setembro de 2007 e é uma entidade sem fins lucrativos e declarada de utilidade pública municipal. Sua missão é ajudar e compreender a enfermidade, o tratamento e os recursos existentes para a melhoria da qualidade de vida da pessoa com Parkinson e de seus familiares. Seu objetivo é acolher, apoiar, informar e incluir, por meio de eventos, palestras, festas, passeios e orientações dos direitos do portador da doença.

 

Para Entender

 Os principais sintomas da doença de Parkinson são tremor de repouso, rigidez muscular, lentidão dos movimentos e alteração no equilíbrio. Como a doença é progressiva e degenerativa, o paciente deve procurar suporte médico para realizar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. A doença costuma aparecer depois dos 60 anos, mas 10% dos pacientes têm menos de 50 anos e 5% têm menos de 40. Ela ocorre pela perda de neurônios do Sistema Nervoso Central (SNC), em uma região conhecida como substância negra. Os neurônios dessa região sintetizam o neurotransmissor dopamina, cuja diminuição nessa área provoca sintomas clínicos, principalmente motores, característicos da doença de Parkin

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