Fundação FEAC comemora 62 anos e apresenta visão de futuro para 2030

A Fundação FEAC promoveu no fim de abril, o “Fórum FEAC 62: Legado e Futuro”, em comemoração aos seus 62 anos de atuação. O encontro online teve como objetivo destacar avanços recentes em governança e atuação no ecossistema social, debater estratégias de impacto social e apresentar a visão de futuro da instituição.

Voltado a parceiros, Organizações da Sociedade Civil (OSCs), gestores públicos e demais interessados no desenvolvimento social, o evento reuniu lideranças da Fundação FEAC e Paula Fabiani, CEO do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), que compartilhou uma perspectiva técnica sobre o ecossistema do Terceiro Setor.

Na abertura, Renato Nahas, presidente do Conselho Curador da Fundação FEAC, destacou a trajetória e o papel da instituição na promoção de impacto social estruturado em Campinas. “Mais do que apresentar resultados, comemoramos os 62 anos da Fundação FEAC colocando em evidência a evolução que tivemos em governança e na forma de se relacionar com o ecossistema, buscando maior coerência entre estratégia, operação e impacto”, afirmou. Ele também enfatizou a importância de honrar o passado enquanto constrói um futuro baseado em premissas sólidas.

No painel “A FEAC pelo Ecossistema”, Lina Pimentel, superintendente Socioeducativa; Claudia França, gerente do Ecossistema Social; e Tatiane Zamai, gerente de Desenvolvimento Social, explicaram sobre os três eixos de atuação (Acesso e Inclusão; Convivência Saudável; e Inclusão Produtiva) em ciclos completos nos territórios assistidos, e destacaram conexões, aprendizados e desafios.

A convidada especial Paula Fabiani, do IDIS, contribuiu com sua visão sobre a atuação da FEAC no ecossistema social e citou tendências. “Hoje a filantropia foca mais em transformação sistêmica ao invés de projetos isolados e é isso que a FEAC tem feito, se consolidando como investidora social estratégica. É um exemplo de gestão patrimonial eficiente”, ressaltou a presidente do IDIS.

Já no painel Visão de Futuro: Mapa 2026-2030, Renato Nahas, Lina Pimentel e Henrique Costa, superintendente patrimonial, deram foco à integração estratégica das frentes socioeducativa e patrimonial. “O próximo ciclo também mostra o papel crescente da FEAC no desenvolvimento territorial de Campinas, e reforça o nosso compromisso com o impacto social consistente, baseado em dados, parcerias e visão de longo prazo”, afirmou Lina Pimentel. Ela destacou, ainda, que “a meta é chegar a 2030 com um ecossistema do Terceiro Setor fortalecido e políticas públicas qualificadas para ter maior impacto no combate às vulnerabilidades, podendo inspirar outros municípios”

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